Deveres do Terapeuta

Art. 6º : São deveres do Terapeuta:

  1. Assumir apenas tarefas para as quais esteja apto pessoal, técnico e legalmente;
  2. Prestar serviços terapêuticos em condições de trabalho adequadas, de acordo com princípios e técnicas reconhecidos pela prática, costumes e ciência e sobretudo pela ética;
  3. Manter o sigilo profissional, preservando o indivíduo e os fatos a ele relacionado de que tenha conhecimento, exceto para fins científicos com autorização expressa do mesmo, ou seu representante legal, preservando sua identificação.
  4. Dar ao cliente informações concernentes ao trabalho realizado e respeitar seu direito de decisão sobre sua pessoa e seu bem estar, respeitando seus limites pessoais;
  5. Recorrer a outros profissionais sempre que necessário;
  6. Encaminhar seu cliente para outro profissional sempre que sua formação não permitir a continuidade do processo terapêutico, garantindo a manutenção do caráter confidencial e sigiloso do tratamento;
  7. Colocar seus serviços profissionais à disposição da comunidade em caso de calamidade pública ou graves crises sociais, sem visar proveitos pessoais;
  8. Ao oferecer ou divulgar seu serviço profissional é dever do Terapeuta floral fazê-lo de forma compatível com a dignidade da profissão e a leal concorrência;
  9. Zelar pela dignidade da categoria, recusando e denunciando situações onde a pessoa atendida possa estar sendo prejudicada;
  10. Cumprir e fazer cumprir os preceitos neste código e levar ao conhecimento da associação ou conselho de classe o ato atentatório a qualquer de seus dispositivos;
  11. Manter um registro da indicação terapêutica feita a seus clientes, por um prazo de 5 anos;
  12. Garantir em seus atendimentos condições ambientais adequadas à segurança e ao sigilo de seu cliente, e dispor do tempo adequado para o desenvolvimento do trabalho terapêutico.

Art. 7º : É vedado ao Terapeuta:

  1. Usar títulos e especialidades profissionais que não possua;
  2. Efetuar procedimentos terapêuticos sem o esclarecimento e conhecimento prévio da pessoa atendida ou de seu responsável legal;
  3. Desrespeitar o pudor de qualquer pessoa sob seus cuidados profissionais;
  4. Aproveitar-se de situações decorrentes do atendimento terapêutico para obter vantagens física, emocionai, financeira, política ou religiosa;
  5. Exercer técnicas de aconselhamento profissional caso ele próprio não tenha, periodicamente, se submetido à supervisão ou tratamento terapêutico e/ou psicoterapêutico;
  6. Deixar seu cliente sem acompanhamento durante a aplicação ou uso de técnicas terapêuticas complementares;
  7. Abandonar o cliente em meio a tratamento sem a garantia de continuidade de assistência, salvo por motivo relevante;
  8. Concorrer de qualquer modo para que outrem exerça ilegalmente a atividade privativa do Terapeuta Floral;
  9. Anunciar cura ou emprego de terapia infalível ou secreta;
  10. Recusar ou deixar de atender a convite ou intimação da associação ou conselho de classe para depor em processo ou sindicância ético-profissional;
  11. Recomendar ou indicar tratamento sem um contato pessoal com o cliente, exceto em caso de urgência.