Convite à Terapia

Tire as mascaras, elas maquiam o seu eu interior, assuma a direção da sua vida, resgatando a sua criança interior.

Pessoas que sofrem de problemas emocionais, fobias, histórias de tentativas de suicídio e assim por diante, têm que procurar uma ajuda efetiva para entender o problema, e para isso devem ser honestas com elas mesmas e não esconder o mal que as acomete, pois isso não diminui os seus valores, e é preciso entender que esconder tais verdades só trará um mal maior.

Uma maneira de poder saber se o caso particular de cada um, independente da decisão de optar pelo início de se fazer uma terapia ou não, ou por enquanto nem decidir nada, só para poder ter a lucidez da própria psique, eu diria para que de uma forma serena, e até solitária, a pessoa procure definir diante do período de algum indescritível desconforto, dar-se um tempo para buscar descrevê-lo e procurar saber se a tal sensação se parece com uma sensação de aperto, uma opressão, uma dificuldade de respirar ou com um tipo de perda ou falta de algo ou alguém.

Se por acaso algumas dessas se confirmem como presente diante da sua autoanálise creia, então, que um choque afetivo deve estar presente no seu inconsciente, e que dependendo do grau deste incomodo, será o grau de sua angústia.

Precisamos ter a coragem para reconhecer as nossas sombras, para nos iluminarmos.

Trechos extraídos do livro “Convite À Terapia”, de Vicente Miceli

Janete Braz